Luiz Arruda

VOCALISTA, GUITARRISTA, COMPOSITOR E IDEALIZADOR
Músico autodidata, guitarrista, vocalista, começou a carreira de compositor desde 2015, seguindo a influência do blues clássico e das raízes das músicas regionais norte-americanas e brasileiras. Já atuou por anos tocando na rua, como vocalista da banda de blues Obijubá, e já realizou um EP solo inspirado nos estudos do Delta Blues de Robert Johnson. 
Idealizador da fusão do blues com as músicas tradicionais de terreiros, alicerce do primeiro trabalho Macumblues. Atualmente mora na cidade de São Paulo onde é músico e produtor da banda Obanajé.

Tito Galembeck

PERCUSSIONISTA E ARRANJADOR.
Formou-se no Conservatório Villa Lobos com o baterista Toniquinho. Fundador do grupo João Donato Sexteto, melhor grupo de música instrumental da Baixada Santista pelo Mapa Cultural Paulista 2009. Acompanhou como baterista artistas independes na cidade de São Paulo. 
Participou como músico na performance VIP (Very Important Pipoca) no SESC Ipiranga em 2014. Fez parte do Coletivo Sem Notícias, e também já foi músico e arranjador no trabalho Ritual de passagem do Novo Coreógrafo no Centro Cultural São Paulo.
Foi um dos pioneiros do Bloco de Carnaval (2014) Tarado-Ni-Você que faz homenagem ao Caetano Veloso. Fundador e músico do grupo Navegantes do Amor, grupo que leva música para orfanatos, casas de crianças especiais e carentes. Já trabalhou de músico e arranjador para o grupo de teatro NIT, com Pascoal de Conceição e Fredy Allan. Atualmente é percussionista e arranjador do grupo Obanajé.

Caio Torrezan

BAIXISTA, ARRANJADOR E PRODUTOR FONOGRÁFICO.
Músico, compositor e engenheiro de áudio formado em produção fonográfica-musical pela Universidade Anhembi morumbi em 2014. Produtor musical do EP “Humano” de Felipe Custódio, responsável pelo arranjo, gravação e mixagem. Atualmente atuando como produtor na empresa Play it Again em São Paulo, onde faz trabalhos de composição de trilha sonora e produção de áudio em geral.
Já trabalhou com nomes como Gustavo Kurlat (compositor da trilha sonora do longa “O Menino e o Mundo”), Alexandre Leão (compositor baiano), Rael da Rima (rapper paulista), Alexandre Mihanovich (músico e compositor), entre outros. Gravou, mixou e ajudou na masterização do primeiro disco do Obanajé, o Macumblues. Atualmente é baixista e arranjador da banda.

AmaBILE INAÊ

CANTORA.
Amabile Inaê é cantora, atriz e arte-educadora, estuda Canto Popular na EMESP. Seu trabalho tem foco na pesquisa da caultura popular oriunda principalmente da matriz africana, soma com o trabalho de vários artistas de São Paulo. Participou do Grupo Runsó (2014-2018) e do grupo Fabrincantes (2015-2018) tendo participado da gravação da música”Tabatinga” com participação de Sandra X. Integra há 4 anos o Ilú Obá de Min que já há 15 trabalha o empoderamento das mulheres através da difusão de arte e cultura afro. Em 2017 realizou intervenções teatrais com o coletivo Levante Mulher, no espetáculo “Entre Águas” e “Elas poemas e canções” com direção de Miriam Selma. No mesmo ano passou a integrar o Coletivo As Trapeiras, que trata a temática da violência contra a mulher utilizando das artes cênicas, da música e da dança. É vocalista da banda Masoko que trabalha as referências musicais de matriz africana com influências da música brasileira contemporânea.

ZEFERINA

CANTORA.
Multiartista da música e da palavra, Zeferina batalha. Desempenha sua militância com aquilo que tem de melhor: Caneta e Voz Afiados pelos sentimentos de experiências opressivas. Preta, Periférica, Cantora, Poetisa, Compositora, Percussionista. Mãe. Cantora no bloco afro Ilú Obá de Min. Pesquisadora dos cantos tradicionais brasileiros (Música Preta Brasileira ou Afro MPB). É atuante e militante dos Saraus e Rodas de Samba da zona sul de São Paulo. Passando pelo Samba da Vela como compositora e Samba de Todos os Tempos como Pastora. Tendo seu samba no livro “Sambas Escritos” e Poesias publicadas em antologias de Saraus da periferia da Sul.
Ela canta e conta sua ancestralidade desde 2006. Vai se reconectando através da poesia vivida na labuta da periferia, em luta que aflora na força do seu cantar, no lamento sofrido da saudade daquilo que é memória ancestral. Nas vivências do hoje, porém em um novo corpo e espaço, se faz território quilomba. A cada letra e arranjo musical, busca traduzir seu vínculo com as forças da natureza, que nos ronda e nos proporciona a vida.
Em caminhos de superação constante, sua trajetória é marcada pela renovação. A cada mudança, suas asas crescem. Tem cada dia como um novo recomeço, e as dores de ontem alimentam os sonhos de amanhã.